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quarta-feira, março 31, 2010

Eu tenho uma missão - Adolescentes

A tarefa primordial da Igreja é a proclamação do Evangelo de Jesus Cristo. David J. Hesselgrave afirma: "A missão primária da igreja e, portanto, das igrejas (locais) é proclamar o Evangelho de Cristo e reunir os crentes em igrejas locais onde podem ser edificados na fé e tornados eficazes no serviço, e assim implantar novas congregações no mundo inteiro."

1. O que é fazer Missões.

Fazer missões é, simplesmente, proclamar as boas-novas do Evangelho aos perdidos, estejam eles perto ou longe. A ação evangelizadora não é gradual, mas simultânea (At 1.8). A igreja deve proclamar o Evangelho, ao mesmo tempo, tanto para os que estão perto como para aqueles que estão longe.

É lamentável que a igreja hoje, gaste tanto tempo e recursos promovendo congressos e simpósios acerca de missões e evangelização. Há tanta gente falando em missões e evangelização, sem nunca ter ido ao campo missionário ou levado alguém a Jesus pelo evangelismo pessoal.

2. Praticando a Evangelização

"Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados à mesa, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão." (Mc 16.14-18)

A palavra chave do livro de Marcos é "imediatamente". Istorevela que o Evangelho é ação.

2.1. Quem são os Agentes da Evangelização?

Somente a igreja pode evangelizar. Entende-se por Igreja a totalidade daqueles que foram chamados e transformadospor Jesus Cristo. No verso 15, a ordem de Jesus Cristo foi dada exclusivamente para aqueles que haviam crido nEle.

2.2. Qual a Meta da Evangelização?

A meta da missão é todo o mundo, toda a criatura (v.15). "Fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28.19). Em nossos dias mais de 4 billhões de pessoas precisam ser evangelizadas pela primeira vez.

Conclusão

Evangelizar é tarefa primeira da igreja. Não cumprir esta tarefa é desobediência a Deus e falta de amor para com os homens perdidos. O Evangelho é para ser aceito, desfrutando e compartilhado.

"A igreja que deixa de ser evangelística, em breve deixa de ser evangélica"  Alexandre Duff.
 

Fonte: Revista Educação Cristã - Volume 09 - SOCEP

terça-feira, dezembro 08, 2009

Adolescentes - 2010


Adequada para o adolescente de 13 e 14 anos, a revista Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Conselhos para o dia a dia





SUMÁRIO:
1 - Busque a sabedoria
2 - Obedeça aos pais
3 - Evite as más companhias
4 - Pratique a bondade
5 - Desvie-se do mal
6 - Fuja da imoralidade!
7 - Vença a preguiça!
8 - Tenha cuidado com o que fala!
9 - Aprenda a perdoar
10 - Como relacionar-se com o próximo
11 - Seja prudente!
12 - Fuja da contenda!
13 - O caminho para viver

terça-feira, outubro 13, 2009

Conheça o Treinador da Equipe de Cristo – Lição 03 - Adolescentes

Espírito Santo, nosso treinador, nosso companheiro, nosso amigo

A Bíblia nos convida a crer no Espírito Santo. Somos batizados em seu nome, bem como no do Pai e do Filho. O Espírito Santo é um objeto de oração. Os crentes não devem dirigir-se a "coisas" em suas orações. Fazer isso seria idolatria. Devemos nos dirigir exclusivamente a Deus, que é um ser pessoal.

A bênção apostólica, nas páginas do Novo Testamento, inclui referência à comunhão e ao companheirismo com o Espírito Santo:

A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós (2 Co 13.14).

O Novo Testamento exorta-nos a não pecarmos contra o Espírito Santo, a não resistirmos ao Espírito Santo e a não entristecermos o Espírito Santo. Ele nos é apresentado como uma pessoa a quem podemos agradar ou ofender, que pode amar e ser amado e com quem podemos ter comunhão pessoal.

O Espírito Santo, prepara seus atletas de forma pessoal.

O Espírito Santo se relaciona conosco como uma pessoa. Ele faz coisas por nós e em nosso favor, coisas essas que, normalmente, associamos a atividades pessoais. Ele nos ensina. Ele nos consola. Ele nos guia. Ele nos encoraja.

Essas atividades podem ser realizadas, ocasionalmente, por objetos impessoais. Os marinheiros podem ser "guiados" pelas estrelas. Podemos ser consolados ao contemplar um belo pôr-do-sol. Mas o consolo derivado de tal contemplação baseia-se na suposição, consciente ou inconsciente, de que, por detrás do pôr-do-sol existe a pessoa do artista que o criou. Também podemos ser "ensinados" quando observamos objetos naturais, mas tão somente por meio de analogias.

A maneira como o Espírito Santo consola, guia, ensina, etc, é uma maneira pessoal. Quando ele realiza essas tarefas, a Bíblia as descreve como atividades do Espírito, que envolvem inteligência, vontade, sentimentos e poder. O Espírito também perscruta, seleciona, revela e admoesta. As estrelas e o pôr-do-sol não agem dessa maneira.

Em suma, concluímos que se o Espírito Santo pode ser amado, adorado, obedecido, ofendido, entristecido, ou se podemos pecar contra ele, é porque ele deve ser uma pessoa.

Faz parte da fé clássica da Igreja que o Espírito Santo não somente é uma pessoa; ele é, igualmente, uma pessoa divina; ele é Deus.

O Outro Consolador

NA VÉSPERA de sua morte, Jesus se encontrou com seus discípulos no cenáculo. Ele expressou um profundo anelo para celebrar a páscoa com seus amigos, antes de enfrentar seus sofrimentos. Em uma ocasião como aquela, esperaríamos que Jesus estivesse à procura de conforto e apoio da parte de seus amigos. Em lugar disso, porém, Jesus estava se esforçando por consolá-los.

No cenáculo, Jesus apresentou o seu mais longo discurso registrado sobre a pessoa e a obra do Espírito Santo. Nesse discurso, Jesus prometeu que enviaria o Espírito Santo:

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros (João 14.16-18).

Aqui Jesus falou em "outro Consolador". A palavra traduzida por "Consolador", "Ajudador" ou "Advogado" é a palavra grega parákletos.

A primeira coisa que observamos foi que Jesus prometeu "outro" Paracleto. Isso significa que o Paracleto aqui prometido não foi o primeiro Paracleto a aparecer em cena. Pois para que haja "outro" de qualquer coisa, deve haver pelo menos um igual a ele, que o antecede.

Estou laborando este ponto porque se tornou costumeiro, na linguagem da Igreja, falar do Espírito Santo como o Parácleto. De fato, esse título, Parácleto, é usado no Novo Testamento quase exclusivamente em relação ao Espírito Santo.

Devemos insistir, entretanto, que o Espírito Santo não é o Parácleto. O Parácleto é Jesus Cristo. O papel de Jesus, como Parácleto, é vitalmente importante em seu ministério terreno. O Espírito Santo, pois, assumiu o título de "outro Parácleto", em face da ausência de Jesus. O Espírito Santo foi enviado para ser o "substituto" ou "vigário" de Jesus Cristo. O Espírito é o Supremo Vigário de Cristo na terra.

JESUS COMO NOSSO PARÁCLETO

Para compreendermos o papel de Jesus como nosso Parácleto, examinemos a narrativa do nascimento de Jesus no evangelho de Lucas. No registro da apresentação de Jesus em Jerusalém, lemos o seguinte relato:

Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava sobre ele (Lucas 2.25).

Neste texto, a frase "a consolação de Israel" funciona como um termo que designa o Messias vindouro. A Simeão tinha sido revelado que ele "não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor" (Lucas 2.26). Ambas essas palavras — Cristo no grego, e Messias no hebraico — significam "ungido".

No judaísmo do Antigo Testamento, o conceito da "Consolação de Israel" expressa a esperança da salvação messiânica. A consolação de seu povo é uma obra de Deus. Deus tem o poder de transformar a desolação em consolação. Ouvimos a promessa de Deus no livro de Isaías:

Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniqüidade está perdoada e que já recebeu em dobro da mão do Senhor por todos os seus pecados (Isaías 40.1,2).

A imagem simbólica da consolação divina ao seu povo é expressa através da metáfora do pastor:

Como pastor apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seio; as que amamentam, ele guiará mansamente (Isaías 40.11).

A consolação de Jerusalém está vinculada à imagem de Deus como uma mãe consoladora:

Regozijai-vos juntamente com Jerusalém, e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais; exultai com ela, todos os que por ela pranteastes; para que mameis, e vos farteis dos peitos das suas consolações; para que sugueis e vos deleiteis com a abundância da sua glória. Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados (Isaías 66.10-13).

O maior consolador enviado por Deus para consolar o seu povo é o seu Servo Sofredor. Na descrição de Isaías sobre o papel do Servo de Deus, lemos:

O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos, e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança de nosso Deus; a consolar todos os que choram, e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria em vez de pranto, veste de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória (Isaías 61.1-3).

Essas palavras foram reverberadas em parte por Jesus, no sermão do monte: "Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados" (Mateus 5.4).

O ministério do Messias envolve um ministério de consolação. Ele veio a este mundo curar os quebrantados de coração e consolar a todos quantos choram. É o Messias, o próprio Jesus Cristo, quem é o Parácleto. Foi somente por ocasião de sua partida anunciada deste mundo que ele proclamou o envio de "outro" Parácleto.

QUE É UM PARÁCLETO?

Embora tenhamos esboçado um breve perfil do papel consolador do ministério de Cristo, voltamo-nos agora do conceito básico de consolação para o título do próprio Parácleto.

O termo Parácleto tinha um uso rico e variado no mundo antigo. Esse vocábulo se deriva de um prefixo (para) e da raiz (kalein), os quais termos gregos, juntos, significam "alguém chamado para o lado de".

No mundo antigo, um parácleto era alguém convocado para dar ajuda em um tribunal de justiça. Esse é o sentido central conforme o qual a palavra é usada em 1 João:

Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado (Parácleto) junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo (2.1).

Nesse trecho bíblico, a palavra grega traduzida por "Advogado" é parákletos. Nesta passagem, não resta dúvida que foi Jesus, e não o Espírito Santo, quem foi chamado de Parácleto.

Nesta passagem, igualmente, o Parácleto é um Advogado que nos representa perante o tribunal de Deus. A tremenda verdade, ensinada no Novo Testamento, é que quando nos pusermos no tribunal de Deus, o juiz presidente em nosso julgamento será o Senhor Jesus. Ao mesmo tempo, nosso Advogado de defesa também será o Senhor Jesus. Não é espantoso o pensamento de irmos ao tribunal quando estamos seguros no conhecimento que o juiz é, igualmente, nosso Advogado de defesa.

Vemos uma exibição gráfica no papel de Jesus como Advogado no registro do apedrejamento de Estêvão:

Sublevaram ao povo, aos anciãos e aos escribas e, investindo, o arrebataram, levando-o ao Sinédrio. Apresentaram testemunhas falsas que depuseram: Este homem não cessa de falar contra o lugar santo e contra a lei (Atos 6.12,13).

Estêvão foi submetido à zombaria de um julgamento com acusações assacadas contra ele. A assembléia terrena comportou-se como um tribunal comprado. Depois que Estêvão apresentou um discurso tremendo em sua defesa, seus juizes reagiram com uma fúria sem freio:

Ouvindo eles isto, enfureciam-se nos seus corações e filhavam os dentes contra ele (Atos 7.54).

Em sua ira e hostilidade, aquele tribunal terreno se atirou em condenação contra Estêvão. Naquele preciso momento, pela graça de Deus, a Estêvão foi dada uma notável visão sobre o tribunal dos céus:

Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé à destra de Deus (Atos 7.55,56).

Disse Estêvão: "Eis que vejo..." Mas eles jamais poderiam ver o que Deus estava permitindo que os olhos de Estêvão testemunhassem.

A Igreja cristã tem uma importante doutrina chamada a Sessão (no latim, sessio) de Cristo. A sessão de Cristo refere-se à sua exaltada posição de estar sentado à mão direita de Deus Pai. Essa sessão envolve a investidura de Cristo com autoridade cósmica. Ele ocupa o assento de autoridade preeminente. De seu assento, à mão direita de Deus Pai, Jesus exerce domínio real e poder judicial. Ele é tanto Rei como é Juiz.

Entretanto, na visão de Estêvão, Jesus não estava sentado. Estava de pé. Em um salão de tribunal, o juiz fica assentado por detrás de sua escrivaninha. As únicas ocasiões em que o juiz se põe de pé é quando ele entra ou sai do salão do tribunal. Durante o próprio julgamento, o juiz permanece sentado. Quando o caso está sendo julgado, o promotor levanta-se para interrogar as testemunhas, ou para dirigir-se aos jurados, ou para aproximar-se da escrivaninha do juiz. Por igual modo o advogado de defesa, levanta-se quando chega a sua vez de defender o acusado.

A suprema ironia da visão de Estêvão foi que no mesmo momento em que o tribunal terreno o condenava à morte como um herege teológico, o Príncipe da Teologia levantou-se na corte celestial para defender o caso de Estêvão diante do Pai. Quando Jesus se levantou, levantou-se como Advogado de Estêvão. Ele é o Parácleto de Estêvão no céu.

O que Jesus fez por Estêvão não foi um caso isolado. Ele faz a mesma coisa por todos quantos são de seu povo. Ele é o nosso Advogado, agora mesmo.

O papel de Jesus como nosso Advogado diante do Pai é tão importante que não ousaremos permiti-lo ser obscurecido em nossa compreensão sobre o ministério do Espírito Santo como Parácleto.

O Espírito Santo é nosso "outro" Parácleto, nosso Advogado sagrado. Em seu papel de Parácleto, ele realiza mais de uma tarefa.

Em primeiro lugar, o Espírito Santo nos ajuda a nos dirigirmos ao Pai:

Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos (Romanos 8.26,27).

Um dos ingredientes mais vitais da oração é que as nossas orações devem acompanhar a vontade de Deus. A própria oração é uma forma de adoração. Deus requer que nossa adoração seja feita em espírito e em verdade. Assim como desfrutamos de dois Advogados que operam junto ao Pai, assim também possuímos dois Intercessores junto ao Pai. O Espírito Santo ajuda-nos a orar devidamente ao Pai.

No jargão popular secular, um advogado algumas vezes é chamado de "porta-voz". Lembramo-nos do temor que sobreveio a Moisés quando Deus o chamou para liderar o povo de Israel, no êxodo, para fora do Egito. Moisés estava perturbado diante de seus sentimentos de incapacidade como orador. E Moisés clamou ao Senhor:

Ah! Senhor! Eu nunca fui eloqüente, nem outrora, nem depois que falas te a teu servo; pois sou pesado de boca e pesado de língua. Respondeu-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? ou quem faz o mudo ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca, e te ensinarei o que hás de falar (Êxodo 4.10-12).

E como Moisés continuasse a protestar, Deus prometeu dar-lhe seu irmão, Aarão, como seu porta-voz:

Tu, pois, lhe falar ás e lhe por ás na boca as palavras; eu serei com a tua boca e com a dele, e vos ensinarei o que deveis fazer. Ele falará por ti ao povo; ele te será por boca... (Êxodo 4.15,16).

Vemos aqui o Criador da boca do homem baixando-se para ajudar seus filhos que não sabem falar. O Espírito Santo é o nosso Parácleto, não somente diante do Pai, mas igualmente defronte dos homens. Aquilo que Deus prometeu a Moisés, no Antigo Testamento, foi substantivamente prometido a todos os filhos de Deus no Novo Testamento.

Jesus prometeu a seus discípulo;; que em seus momentos de crise, o Espírito Santo estaria presente, para ajudá-los a falar diante dos homens:

Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo (Marcos 13.11).

Vemos, pois, que o Espírito Santo serve de nosso Advogado ou Parácleto perante o pai, tanto quanto perante os tribunais deste mundo.

Ao mesmo tempo em que o Espírito Santo opera a fim de defender-nos, ele opera para convencer o mundo do pecado. Ele é o nosso Advogado de defesa, ao mesmo tempo em que exerce o papel de Promotor, em suas acusações contra o mundo:

Quando ele vier convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo; do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado (João 16.8-11).

Vemos, pois, que em seu papel de Paracleto, a tarefa primária do Espírito Santo é forense ou legal. Essa dimensão de sua atividade é coerente com sua natureza e seu caráter. Ele é o Espírito da verdade e o Espírito da santidade. O Espírito dá testemunho quanto à verdade de Cristo. A incredulidade em Jesus é um pecado. O mundo, portanto, é convencido do pecado da incredulidade. Nas acusações do Espírito contra o mundo, ele, ao mesmo tempo, opera a fim de redimir-nos através de Cristo. O Espírito Santo sempre se põe ao lado da verdade e da retidão.

O PARÁCLETO E A CONSOLAÇÃO

Quando vemos que o papel primário do Paracleto é o de um conselheiro defensor, admiramo-nos como isso é vinculado ao conceito de conforto e de consolação.

Conforme já pudemos ver, há um elo lingüístico entre a expressão a Consolação de Israel e o título Paracleto. Tanto a palavra consolação quanto o título Paracleto são derivados das mesmas formas verbais (consolação é paráklesis no grego).

Embora seja importante distinguir entre a obra de consolação do Espírito e a sua obra como Intercessor, na qual ele nos ajuda diante de Deus e dos homens, não podemos, realmente, separar essas duas obras. Parte da consolação que usufruímos é o conhecimento certo de que o Espírito Santo é chamado para estar ao nosso lado em tempos de provação.

Todavia, há uma outra distinção crítica que deve ser gravada em nossas mentes. Quando pensamos em consolação, usualmente pensamos em termos de receber ministração depois de termos sido ofendidos ou feridos. Uma mãe consola um filho que chora. A nós é dado consolo pelo Espírito, quando nos lamentamos.

Sem dúvida, o Espírito Santo opera esses atos ternos de ministério em favor do povo de Deus. O Espírito é o Autor de uma paz que ultrapassa todo o entendimento. Mas em seu papel de Parácleto, o Espírito faz alguma coisa para nos ajudar, antes de sermos feridos. Ele opera para prover-nos forças para a batalha, além de consolar-nos terminada a batalha.

O título Parácleto, na tradução de Almeida, foi traduzido pela palavra Consolador ou Advogado. A maior parte das traduções ou versões modernas, tanto em português como em outros idiomas, substitui essa palavra por outras, como Conselheiro, Intercessor ou Advogado. Isso não reflete um erro na tradução de Almeida. Antes, chama a atenção para a mutabilidade das línguas humanas vivas. Nossas formas comuns de linguagem tendem a passar por transições conforme o uso popular vai se modificando.

Pense, por exemplo, no uso da palavra "esmola". Ela já se referiu a uma dádiva de caridade, mas hoje significa mais uma dádiva insignificante, de valor muito pequeno. A própria palavra "caridade", que originalmente traduzia "amor", passou a ser entendida como "assistência social".

Algo semelhante evoluiu na compreensão da palavra "consolação". Pois pensamos em confortar quase totalmente em termos de ministrar às nossas tristezas e lamentações por meio de um terno apoio. A palavra vem do latim. Ela tem um prefixo (com, cujo sentido é "com") e uma raiz (fortis, que significa "forte"). Portanto, originalmente essa palavra significava "com força". Assim sendo, um consolador era alguém que vinha dar forças para a batalha, e não tanto apoio, após terminada a batalha.

Naturalmente, o Espírito de Deus faz ambas as coisas. Ele é a fonte mais terna de consolação que uma pessoa ferida, derrotada ou atacada pela tristeza pode conhecer. Mas a ênfase sobre a obra do Parácleto prometido é que ele virá para dar-nos forças e ajuda para a batalha.

Algumas vezes ouve-se a expressão: "Esse não é meu ponto forte". Quando uma pessoa diz isso, ela está declarando que é fraca em determinada área. Forte é palavra usada popularmente como sinônimo para força.

Em termos bíblicos o Espírito Santo é que é nosso ponto forte. Ele é aquele de quem derivamos as nossas forças. É porque o prometido Espírito Santo veio e agora habita conosco que as Escrituras podem declarar:

Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou (Romanos 8.37).

Fonte: O MINISTÉRIO DO ESPÍRITO SANTO - RC Sproul

quinta-feira, outubro 01, 2009

O Atleta Cristão - Adolescentes

Adequada para o adolescente de 13 e 14 anos, a revista Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Neste trimestre, estaremos estudando o tema: O Atleta Cristão

SUMÁRIO:

1 - Bem-vindo a equipe de Cristo
2 - O Bom e o mau atleta
3 - Conheça o treinador da Equipe de Cristo
4 - Nosso Adversário e suas armas
5 - Trabalhando em Equipe
6 - A União faz a força!
7 - Vencendo obstáculos
8 - Os objetivos da Equipe de Cristo
9 - As regras do jogo
10 - O cuidado do atleta
11 - A perseverança do atleta
12 - Punições para os rebeldes
13 - O prêmio dos vencedores

terça-feira, agosto 25, 2009

Mídia e Comunicação – Lição 09 - Adolescentes

O texto abaixo foi copiado do livro: "Adolescentes S/A" do Pr. Ciro Sanchez ZIbordi, aconselho a todos os professores que trabalham com o público jovem a lê-lo.

Nunca, na história da humanidade, as informações chegaram até nós com tanta rapidez! Antes, as notícias de alguma parte do mundo chegavam com muito atraso... Até que surgiram o telefone, o rádio, a televisão, o computador e — mais recentemente — a Internet, a moderna telefonia celular, o palm top... Estamos na era da informação e da tecnologia.

A Bíblia ensina que não devemos nos conformar com o mundo (Rm 12.2), mas você não vai ficar parado "olhando a banda passar". Você tem de saber como extrair da mídia o que lhe é benéfico. Afinal, a Palavra de Deus nos manda examinar tudo e reter o que é bom, não é mesmo?

No entanto, o que é mídia? E o conjunto de veículos ou meios pelos quais as informações chegam até você — jornais, revistas, rádio, televisão... Quero conversar com você especificamente sobre a mídia eletrônica, que envolve computador, Internet, televisão, videocassete, DVD), games, etc.

N@veg@r é preciso

Quando você nasceu, a Internet provavelmente já existia — bem, estou imaginando que seja um adolescente. Eu sou apenas um pouquinho mais velho — ou melhor, experiente — que você e vi surgir essa grande rede de comunicação internacional que liga computadores através de linhas telefônicas ou conexões permanentes.

É impossível imaginar o mundo de hoje sem a Internet. Idealizada nos EUA, na década de 1960, ela engloba milhares de redes menores, em dezenas de países. É organizada na forma de uma malha. Se você pretende ter acesso a um computador na França, não é preciso fazer uma ligação internacional. Basta conectar-se a um computador ligado à Internet em sua cidade.

Como isso é possível? Simples: pelo seu computador, você se conecta a um provedor, que estará conectado a outros computadores, em outros estados (ou países), e assim por diante, traçando uma rota até chegar ao destino.

Se você viajar para um país distante e desejar comunicar-se com alguém do Brasil por telefone e cartas, o custo será alto. Telefonemas e correspondências internacionais são serviços caros. O que fazer? Todo o problema acabou: a Internet chegou! Por meio dela, você pode receber e enviar correspondências a preço de ligação comum! Isso não é genial?

Mas tenha cuidado: a Internet é uma rede mundial que armazena informações úteis e inúteis. Fuja dos sites pornográficos e eróticos! Isso não fará bem à sua vida espiritual e o deixará vulnerável aos ataques do Inimigo (l Pe 5.8,9). Cuidado com as salas de bate-papo! Não acredite em tudo o que falam ali, a menos que converse com pessoas conhecidas!

Que tal evangelizar? É muito fácil produzir mensagens pelo software Power Point e enviá-las por e-mail. Infelizmente, há muitos jovens que usam esse veículo para enviar coisas indesejáveis... É claro que receber alguns e-mails engraçados de vez em quando é até divertido... Entretanto, procure pensar em coisas que beneficiem o próximo.

www.evangelize.com.br

Falando em evangelização pela Internet, lembrei-me de um e-mail que recebi diversas vezes cuja mensagem pode ser usada para falar de Jesus, principalmente àqueles que conhecem o jargão da informática:

Dê um duplo clique em sua vida! Arraste Jesus para a sua pasta principal. Grave-o em todos os seus arquivos pessoais e selecione-o como seu documento mestre. Que Ele seja seu modelo para formatar a sua vida! Justifique-a e a alinhe à direita e à esquerda, sem quebras na sua caminhada.

Que Jesus não seja apenas um ícone, um acessório, uma ferramenta, um rodapé, um periférico ou um arquivo temporário, mas o cabeçalho, a letra capitular, a barra de rolagem de seu caminhar! Que seja a fonte de energia para sua área de trabalho; o Paintbrush para colorir seu sorriso; a configuração de sua simpatia; a nova janela para visualizar o tamanho de seu amor.

No seu dia-a-dia, seja Ele o painel de controle para desfragmentar a sua vida, fazer download de seus sonhos e otimizar as suas realizações. Desative o seu egoísmo; compacte as suas liberdades; cancele os seus recuos e delete os seus erros. Compartilhe os seus recursos; acesse o coração de seus amigos e escaneie para eles o que você tem de bom.

Não deixe a margem ninguém; abra as bordas de seu coração e remova dele o vírus do desamor. Antes de sair, coloque Jesus nos seus favoritos, para sua felicidade! Clique agora Ok para reiniciar e atualizar todos os seus conteúdos!

Desligue a TV!

Você estuda com o televisor ligado? Não vai me dizer que está lendo esse livro com a TV ligada! Sabia que, se a desligar, melhorará a sua concentração e terá um ótimo aproveitamento da leitura? Vamos! Não permita que a televisão domine você!

Não sou inimigo do televisor, pois tenho certeza de que mais importante do que não tê-lo em casa é possuir domínio próprio e saber recusar tudo o que desagrada a Deus (Hb 11.24-26). Se você não tiver esse autocontrole, acabará se ausentando de cultos ou perdendo aulas importantes por causa de um programa.

Mas não confunda o televisor — apenas um aparelho — com as programações da televisão. O televisor pode ser usado de muitas formas. Além de transmitir as programações da chamada TV aberta, pode ser usado para transmissões de programas de TV a cabo ou programações captadas por antena parabólica!

Há pessoas que utilizam o televisor apenas como um monitor de videocassete, videogame ou DVD. Você já refletiu sobre quanto tempo tem gastado assistindo a sua TV e o que tem visto nela? Você assiste a qualquer programa sem sentir-se culpado? Tem deixado de fazer tarefas importantes por causa de um programa?

Se todas ou algumas respostas para as perguntas acima foram "Sim", há indícios de que você esteja permitindo que a televisão roube o seu tempo e prejudique a sua formação. E isso não é nada bom (Ef 5.15,16).

Embora falar dos males da televisão, hoje, seja "chover no molhado", a verdade precisa ser dita em letras maiúsculas:

A TELEVISÃO CRIA UMA ILUSÃO DA VIDA, MOSTRANDO UM CAMINHO IRREAL DE SUCESSO E FELICIDADE, ALÉM DE DESTRUIR OS SONHOS DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA AO BANALIZAR O SEXO E A VIOLÊNCIA.

Você gosta de filmes?

Acredito que você, como todo adolescente, goste de filmes. A conta da locadora tem deixado os seus pais de "cabelo em pé"? Bem, entendo que você precise de um pouco de entretenimento, mas não exagere! Cuidado com os filmes que exaltam a imoralidade e banalizam a violência. O mal que podem causar é muito maior do que a diversão que proporcionam.

Desejo de Matar

Jovens que não estranham a banalização da violência nos filmes podem estar perdendo a sensibilidade e o amor ao próximo sem saber. Em minha adolescência, gostava muito de filmes de ação — principalmente Desejo de Matar 1, 2, 3-- Lembro-me de que eu vibrava com a violência do personagem "durão" interpretado pelo astro Charles Bronson.

Recebi, então, Jesus em meu coração e comecei a me interessar pela Bíblia... E algo novo aconteceu! Cumpriu-se em minha vida o que está escrito em 2 Coríntios 5.17: "Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo" (Biblia na Linguagem de Hoje).

A partir desse momento, não consegui mais assistir a filmes de violência sem ficar incomodado. Para dizer a verdade, algo, dentro de mim, me impede de vê-los. E tenho certeza de que isso é uma ação do Espírito Santo, que habita em mim (1 Co 6.19,20). Sabia que Ele tem ciúmes de nós e vale-se da aplicação da Palavra para nos impedir de pecar? Leia em sua Bíblia Tiago 4,5 e Salmos 119.9-11.

Exterminador do Futuro 3

Nos EUA, vários crimes hediondos têm levado as autoridades a analisar com mais atenção as mensagens contidas nos filmes — algumas diretas e outras subliminares. No livro Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer, cito alguns casos em que pessoas consideradas normais se deixaram influenciar por filmes violentos, chegando a ponto de matar.

O filme Exterminador do Futuro 3 — que tem como protagonista o atual governador da Califórnia (EUA), Arnold Schwarzenegger — mostra uma guerra entre humanos e máquinas com inteligência artificial. A tônica desse campeão de bilheterias continua a mesma-, banalização da violência.

Não contaram ainda quantas pessoas ou cyborgs morrem — de mentirinha — nesse novo filme do astro, mas nos anteriores... Quer saber quantas pessoas Schwarzenegger "matou" em seus filmes de maior sucesso?

Filme Número de "mortos"

Comando para Matar................................83

True Lies..................................................62

Conan, o Destruidor..................................25

Conan, o Bárbaro.....................................20

O Exterminador do Futuro....................... 21

O Exterminador do Futuro 2.......................1

Fonte: O Guia dos Curiosos, p. 475.


Tiros em Columbine

No entanto, também há bons filmes para se ver. Recentemente, assisti a um muito interessante — vencedor do Oscar de melhor documentário em 2003 — Tiros em Columbine. O diretor Michael Moore mostra como os adolescentes norte-americanos estão cada vez mais violentos, além de apresentar uma pesquisa sobre os motivos pelos quais o povo americano é tão fascinado por armas de fogo.

Moore não aborda o aspecto espiritual, mas você entenderá, caso veja esse filme — disponível nas locadoras —, que o maior problema da juventude americana é o afastamento de Cristo. Muitos americanos, ignorando a Palavra de Deus, não percebem que Jesus deixou-nos a paz, e não as armas (Jo 14.23); e que Ele ensinou-nos a amar, e não a agir com violência (Mt 5.1-12,44).

O pastor David Wilkerson denuncia esse comportamento, que a Bíblia chama de apostasia:

[...] a América do Norte continua pecando, apesar de ter recebido mais luz do que as demais nações. Outras nações são igualmente pecadoras, mas nenhuma outra foi tão inundada da luz do Evangelho quanto a América do Norte (Toca a Trombeta em Sião, CPAD, pp. 15,16).

Falando no pastor David Wilkerson, aproveito para indicar-lhe um filme que me ajudou muito quando eu era novo convertido: A Cruz e o Punhal. O filme conta como o pastor Wilkerson conseguiu evangelizar um temível criminoso de Nova York chamado Nick Cruz. Vale a pena assistir! É um filme de muita ação! E você pode encontrá-lo nas locadoras evangélicas.

Tudo a ver?

Dizem que as mulheres gostam mais de novelas que os homens... Você acredita nisso? Novela é um tipo de programa que atrai a atenção de todos. E claro que as mocinhas, por serem mais sensíveis, .sonhadoras e românticas por natureza, envolvem-se mais com os personagens...

Mas eu, quando adolescente, assisti a muitas novelas cujos protagonistas eram atores que ainda fazem algum sucesso. Lembro-me de que gostava da forma como eles se vestiam e até imitava o andar deles... Você já percebeu como as novelas têm um poder de invadir a nossa vida e ditar regras e modelos de comportamento?

Hoje, depois de conhecer a Palavra de Deus, vejo que elas são instrumentos usados pelo Diabo para destruir as famílias. Há algum tempo, tenho assistido a alguns capítulos — na verdade, parte deles — para poder falar-lhe com conhecimento de causa.

Como tenho me decepcionado! Tudo o que depõe contra os valores estabelecidos por Deus é apresentado nas novelas. As principais características delas são: ênfase à reencarnação e à comunicação com os mortos; sexo livre; homossexualismo; violência; e finais felizes para pessoas casadas que traem seus cônjuges!

Nada a ver!

Pense bem: Por que assistir a programas contrários à sua fé? A Bíblia diz:[ "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai" (Fp 4.8). As novelas não passam nesse teste. Rejeite-as!

Talvez você retruque: "Não consigo parar de assistir àquela novela... Sei que ela é contrária às minhas convicções, mas eu gosto muito!" Não se apavore. Para que existem a oração e a Palavra de Deus? Para ajudá-lo a vencer as tentações, inclusive essa de assistir a programas prejudiciais à sua vida espiritual.

Que tal orar como o salmista? "Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade e vivifica-me rio teu caminho" (Sl 119.37). Leia a Palavra de Deus. Ou o pecado afasta você da Bíblia, ou a Palavra do Senhor o afasta do pecado! Tudo depende da sua força de vontade! Se você sente-se acusado, é o Espírito Santo chamando-o para orar mais e buscar uma vida santa (Jo 17.17).

sexta-feira, julho 31, 2009

Honestidade a Toda Prova - Adolescentes

Amados Professores de Adolescentes,

O tema da lição deste domingo é sobre honestidade e no Brasil temos vários exemplos de desonestidade. Quando falamos em desonestidade nos lembramos logo das pessoas que vivem nas esferas políticas e de poder, mas vale a pena lembrar que o ser humano sem Cristo, sem poder ou não, sempre procuram um jeitinho. O que dizer sobre pessoas que usam carteiras de idosos e para terem passe livre, outros estacionam em lugares de deficientes físicos, outros usam carteira de estudante que pertence a outro, há aqueles que sempre dão um jeitinho de burlar a tv a cabo ou o imposto de renda.
Deixo aqui para apreciação um artigo escrito pela nossa irmã em Cristo e jornalista da Globo Délis Ortiz, publicado na revista Ultimato.
Leiam e compartillem com seus alunos.

A cara do Brasil

Delis Ortiz

Outro dia, ao chegar ao Rio de Janeiro, tomei um táxi. O motorista, jeito carioca, extrovertido, foi logo puxando papo, de olho no retrovisor.

-- A senhora é de Brasília, não é?

-- Sim -- respondi.

-- É, eu a reconheci. E como é que a senhora aguenta conviver com aqueles ladrões lá do Planalto Central? Não deve ser moleza.

O sujeito disparou a falar de políticos, do tanto que eles são asquerosos, corruptos... Desfiou um rosário de adjetivos comuns à politicagem nacional.

Brasília é o palco mais visível dessas mazelas e nem poderia deixar de ser. Afinal, o país inteiro olha para lá. O taxista era só mais um crítico, aparentemente atento. E ele sabia dar nomes aos bois que pastavam tranquilamente no orçamento da união, que se espreguiçavam impunemente sob a sombra da imunidade parlamentar ou de leis feitas em benefício próprio. E que, de tempos em tempos, se refrescavam nas águas eleitoreiras.

O carro seguia em alta velocidade; a distância parecia esticada. Vi uma bandeira três em disparada.

Lá pelas tantas, quando já estávamos dentro de um segundo túnel escuro, o condutor falante sugeriu um “dia sem corrupção”.

-- Já pensou -- disse ele -- se uma vez por ano esses homens não roubassem?

-- Interessante -- a exclamação me escapou aos lábios.

-- Sim -- continuou entusiasmado --, seria uma economia e tanto.

Nessa hora, me dei conta de que estávamos percorrendo o caminho mais longo para o meu destino. Chegava a ser irracional a quantia de voltas para acertar o rumo. Deixei.

-- Os economistas comentam -- tagarelava ele -- que somos um país rico. Não deveria existir déficit da previdência, os impostos nem precisariam ser tão altos, o serviço público poderia ser de primeira. O problema é que quanto mais se arrecada, mais escorre pelo ralo, tamanha a roubalheira.

Tão observador, será que ainda se lembrava em quem tinha votado para deputado ou senador na última eleição? Fiz a pergunta e, depois de algum silêncio, a resposta foi não. Pena.

Caímos num engarrafamento, cenário perfeito para aquele juiz de plantão tecer mais comentários sobre o malfeito.

-- Veja como são as coisas, os riquinhos ociosos da Zona Sul, que deveriam pensar em quem tem pressa, acham que são os donos do pedaço e vão embicando seus carros, furando fila, costurando de uma faixa a outra, querendo levar vantagem. A gente, que é motorista de táxi, tem que ficar atento, porque os guardas estão de olho, qualquer coisinha eles multam. Mas eles fazem vista grossa para as vans que transportam pessoas ilegalmente. Elas param onde querem, estão tomando os nossos passageiros. Como não tem ônibus para todo mundo e táxi fica caro, muita gente prefere ir de van.

Por falar em “caro”, a interminável corrida já estava me saindo um absurdo... Resolvi pontuar algumas coisas.

-- Por que o senhor escolheu o caminho mais longo?

Ele tentou se justificar:

-- É que eu estava fugindo do congestionamento.

-- Mas acabamos caindo no pior deles -- retruquei. E por que o senhor está usando bandeira três se não tenho bagagem no porta-malas nem é feriado hoje? -- continuei questionando.

Ele disse que estava na três para compensar a provável falta de passageiro na volta. Claro que não, eu sabia.

Finalmente, consegui chegar ao endereço pretendido. Fiz mais um teste com o “probo” cidadão: paguei com uma nota mais alta e pedi nota fiscal. Ele me devolveu o troco a menos e disse que o seu talão de notas havia acabado.

-- Veja como são as coisas, seu moço -- emendei. O senhor veio de lá aqui destilando a ira de um trabalhador honesto. No entanto, se aproveitou do fato de eu não saber andar na cidade, empurrou uma bandeirada, andou acima da velocidade permitida, furou sinal, deu voltas, fingiu que me deu o troco certo e diz que não tem nota fiscal!

O brasileiro esperto quis interromper, mas era minha vez de falar.

-- O senhor acha mesmo que ladrões são aqueles que estão em Brasília? Que diferença há entre o senhor e eles?

Eu sabia que estava correndo risco de uma reação violenta, mas não me contive. Os “homens” do Planalto Central são o extrato fiel da nossa sociedade. Quantos taxistas desse porte vemos dirigindo instituições? Bons de discursos... Na prática...

Desembarquei com a lição latejando em mim. Quantas vezes, como fez esse taxista, usamos espelho apenas como retrovisor para reter histórias alheias? Nossas caras, tão deformadas, tão retocadas, tão disfarçadas, onde estão? Onde as escondemos que não aparecem no espelho?

Sem a verdade que liberta, jamais estaremos livres de nós mesmos. Ainda sonho com um Brasil de cara nova... A começar por minha própria cara.


Delis Ortiz é jornalista, repórter especial da TV Globo, em Brasília. É mãe de Brenda e Bianca, e avó de Gabriel e Stella. É membro da Igreja Presbiteriana do Planalto.

terça-feira, julho 21, 2009

A Solidariedade Cristã [3]

Caro Professor,
Explore o tema da lição sobre Solidariedade e encoraje seus alunos a praticarem o que aprenderam.
Aproveite que o mês de Julho, é mês de férias escolares e convide seus alunos a se organizarem e visitarem orfanatos, azilos ou quem sabe levantar uma campanha de doações a irmãos carentes ou que estejam passando necessidade.

Procure saber se em sua congregação há alguém doente e visite-o, se for necessário levante uma oferta a esse irmão. Promova além de solidariedade, comunhão no meio do povo de Deus.

Fale da obra missionária e na necessidade que os obreiros passam, devido a negligência da igreja em seus sustentos.

Não deixe que seu aluno saia da sala de aula da mesma forma que entrou, ore ao Senhor para que o Espírito Santo toque no coração de cada um deles.

Fiquem na Paz de Cristo
Eduardo Sousa

A Solidariedade Cristã [2]

Estou postando aqui um texto para ajudar os professores de Adolescentes.
Copiei o endereço do site http://www4.mackenzie.com.br/7158.98.html.
O autor do texto chamas-se Alderi Souza de Matos.

Lembrai-vos dos que sofrem: Histórias de compaixão e solidariedade

Por causa do exemplo e dos ensinos de Jesus, os cristãos desde o início colocaram no centro das suas preocupações a solidariedade para com os sofredores. É longa e eloqüente, na história do cristianismo, a galeria daqueles que devotaram as suas vidas para minorar as aflições dos seus semelhantes, motivados pelo amor. Dentre estes, alguns se destacaram de maneira especial pela abnegação e intensidade com que se entregaram a esses esforços. Apresentamos a seguir alguns poucos exemplos inspiradores dentre tantos que poderiam ser citados. O objetivo é tão somente mostrar o que algumas pessoas têm feito nesse aspecto tão importante quanto negligenciado da missão dos cristãos e da igreja no mundo.

1. Francisco de Assis (1182-1226)Seu nome de batismo era Giovanni di Bernardone, sendo o seu pai um abastado comerciante de tecidos na cidade de Assis. Teve uma juventude despreocupada e aventureira. Após amargas experiências de prisão e enfermidade, começou a reconsiderar os seus valores. Em 1205 fez uma peregrinação a Roma, após a qual teve uma visão na qual Deus lhe falou que reconstruísse uma igreja perto de Assis. Para esse fim, vendeu o seu cavalo e alguns bens do pai. Este o deserdou e Francisco renunciou às posses materiais. Em 1209 um sermão sobre Mateus 10.7-10 o convenceu a abraçar uma vida de pobreza apostólica. Começou a pregar o amor fraternal e o arrependimento. Sua regra monástica obteve a aprovação do papa Inocêncio III em 1209 e os seus seguidores se tornaram conhecidos como “frades menores”.
Devotando-se à pregação e ao cuidado dos pobres e enfermos, um número crescente de frades passou a reunir-se anualmente no Pentecoste em Assis. Em 1212 foi fundada por uma discípula a ordem feminina das Pobres Claras. Alguns anos depois também seria criada a Ordem Terceira, para leigos. Entre 1212 e 1219, Francisco fez várias tentativas de missão aos muçulmanos (Síria, Marrocos, Egito). Após abdicar da liderança da ordem em 1223, retirou-se para um mosteiro e passou o restante da vida em isolamento e oração. Nesse período compôs o “Cântico do Irmão Sol”, as Admoestações e o seu testamento. Sua generosidade, fé singela, dedicação a Deus e ao próximo, amor pela natureza e grande humildade o tornaram muito popular nos últimos séculos. Curiosamente, o aumento do interesse por esse personagem entre pessoas cultas deve muito aos estudos de P. Sabatier, um pastor calvinista de Estrasburgo.

2. William Booth (1829-1912) e Catherine Booth (1829-1890)Natural de Nottingham, Inglaterra, William foi inicialmente anglicano. Aos quinze anos converteu-se em uma igreja metodista, tornando-se poucos anos mais tarde um pregador avivalista. Foi para Londres, onde veio a casar-se com Catherine Mumford em 1855. Em 1861, o casal deixou a igreja metodista, dedicando-se à pregação itinerante. Fundaram a Missão Cristã (1865), voltada para o evangelismo e a filantropia. Em 1878, essa entidade teve o seu nome mudado para Exército de Salvação. Nos anos seguintes, começou a ministrar a egressos de prisões, prostitutas e alcoólatras. Em 1885, realizou a primeira cruzada contra a prostituição infantil.
A partir de 1880, quando o Exército de Salvação chegou aos Estados Unidos, Europa continental, Austrália e outras regiões, Booth passou a maior parte do tempo viajando, organizando o seu movimento e fazendo conferências. Em 1890, o ano da morte da esposa, publicou In Darkest England and the Way Out (Na Inglaterra mais escura e o caminho de saída), no qual sugeriu várias soluções para os males sociais da época. Inicialmente objeto de forte oposição, seu trabalho acabou por granjear a admiração do povo inglês, recebendo o apoio do próprio rei Eduardo VII e de autoridades estrangeiras. A principal característica desse notável casal foi o seu amor pelos pobres, cujas almas buscaram converter ao mesmo tempo em que supriam as suas necessidades materiais. Esses objetivos continuam inspirando o movimento até os dias atuais.
3. Toyohiko Kagawa (1888-1960)Esse reformador social nasceu em Kobe, Japão, sendo filho ilegítimo de um rico ministro de estado e uma gueixa. Os pais morreram antes de ele completar cinco anos. Sua infância foi marcada pela solidão e pelo sofrimento. Indo para a escola em Shikoku, a amizade de um professor cristão e de dois missionários lhe trouxe pela primeira vez amor e esperança. Converteu-se aos quinze anos e foi em seguida deserdado pela família. Sua profunda experiência do amor de Cristo o levou a dedicar a vida ao serviço dos pobres. Após quase morrer de tuberculose, ingressou no Seminário Presbiteriano de Kobe em 1905. Passou a residir nos cortiços da cidade, onde 10 mil pessoas viviam em cubículos de menos de quatro metros quadrados.
Após algum tempo de estudos nos Estados Unidos, a partir de 1919 labutou por quinze anos nas favelas, lutando pela melhoria das condições de vida e de trabalho dos marginalizados. Liderou o nascente movimento trabalhista japonês e criou o primeiro sindicato de camponeses. Tomado de grande paixão pela justiça social, pregou, escreveu e trabalhou incessantemente pela causa do socialismo cristão. Em 1925 foi autorizada a organização de sindicatos e no ano seguinte foram aprovadas leis visando a eliminação das favelas. Em 1930, Kagawa fundou a organização evangelística Movimento do Reino de Deus. Em 1940, foi aprisionado como pacifista, mas depois da guerra tornou-se o líder da democratização do país. Destacou-se como místico, ativista social, líder eclesiástico e apóstolo do amor no Japão. Entre outros livros, escreveu Antes do Alvorecer, Cristo e o Japão e Amor, a Lei da Vida.

4. Madre Teresa de Calcutá (1910-1997)Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu de pais albaneses em Skopje, Macedônia. Desde muito jovem mostrou-se desejosa de trabalhar na Índia. Em 1928 uniu-se às Irmãs de Loreto na Irlanda e foi enviada para Darjeeling a fim de iniciar o seu noviciado, adotando o nome de Teresa. No ano seguinte foi lecionar numa escola de sua ordem em Calcutá destinada para jovens de boa condição social. Sentindo-se atraída para os miseráveis, em 1948 deixou a sua ordem e foi viver nas favelas de Calcutá, ensinando crianças pobres e cuidando dos aflitos e desamparados. Outras irmãs se uniram a ela e em 1950 foi aprovada a sua nova ordem, as Missionárias da Caridade. Em 1952, fundou Nirmal Hriday, sua primeira casa para moribundos carentes.
Em 1963 ocorreu a fundação dos Irmãos Missionários da Caridade e em 1969 dos Cooperadores Internacionais de Madre Teresa. As atividades desses grupos, de âmbito mundial, voltam-se para a assistência a todos os tipos de pessoas carentes e doentes, bem como a vítimas do ódio e abandono. Em 1969, o filme Algo Belo para Deus, transmitido pela BBC, e um livro com o mesmo título, ambos de Malcolm Muggeridge, tornaram Madre Teresa conhecida internacionalmente. O seu amor abnegado, especialmente em favor dos moribundos, atraiu a atenção do mundo e ela recebeu muitas homenagens, entre as quais o Prêmio Nobel da Paz de 1979. Ela disse certa vez: “De sangue e origem, sou plenamente albanesa. Minha cidadania é indiana. Sou uma freira católica. Quanto ao meu chamado, pertenço ao mundo inteiro. Quanto ao meu coração, pertenço inteiramente a Jesus”.
Num mundo marcado pelo materialismo, hedonismo e individualismo, que esses nobres exemplos possam inspirar a muitos para lutarem contra a injustiça e o sofrimento, fazendo-o pelas razões certas, com motivações que glorifiquem a Deus.

A Solidariedade Cristã [1]- Adolescentes

Introdução

A Bíblia utiliza várias palavras relacionadas à solidariedade: generosidade, misericórdia, afeto, compaixão, etc.

Dentre estas destaco aqui três:
Generosidade – A palavra generosidade no grego é “aplotes” que, no texto de 2 Co 8.2, significa “liberdade”. Esta liberdade é a manifestação prática da essência do amor (Lc 10.33,34).

Compaixão – O termo grego “oikteiro”, significa ter piedade, um sentimento de aflição pelas adversidades dos outros.

Solidariedade – segundo os dicionários significa dependência mútua entre os homens ou sentimento que leva os homens a se auxiliarem mutuamente.

O maior ato de solidariedade
Podemos afirmar que é impossível amar sem ser liberal para doar. Deus é amor, por isso quem O serve aprende a amar sendo generoso.

Não há exemplo maior de solidariedade, do que o de Deus. Deus tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos.
O Senhor Deus é o seu defensor. Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl40.17), o libertador (Sl 12.5) e provedor (Sl 132.15).

No NT, Deus também ordena a seu povo que evidencie profunda solicitude pelos pobres e necessitados, especialmente pelos domésticos da fé.
Boa parte do ministério de Jesus foi dedicado aos pobres e desprivilegiados na sociedade judaica. Dos oprimidos, necessitados, samaritanos, leprosos e viúvas, ninguém mais se importava a não ser Jesus (Lc 4.18, 19; 21.-4; Jo 4.1-42: MT 8.2-4)
Jesus espera que o seu povo contribua generosamente com os necessitados. Ele próprio praticava o que ensinava, pois levava uma bolsa da qual tirava dinheiro para dar aos pobres (Jô 12.5,6; 13.29). Uma das exigências de Cristo para se entrar no seu reino eterno é mostrar-se generoso para com os irmãos e irmãs que passam fome e sede, e acham-se nus (MT 25.31-46).

Igrejas Solidárias
Para Paulo, a coleta para os santos pobres de Jerusalém era matéria de grande importância, levando-se em conta o espaço dedicado à questão no NT.

Ver post http://ensinadorcristao.blogspot.com/2009/06/ajuda-aos-necessitados-licao-12.html

Sentimento de liberalidade

A igreja de Jerusalém passava por um momento de aflição provocada pelas perseguições. As igrejas gentílicas, movidas por um sentimento de liberalidade, decidiram contribuir com o que fosse possível para aliviar um pouco o sofrimento dos irmãos que faziam parte da igreja-mãe em Jerusalém.

Princípios básicos sobre liberalidade
A liberalidade consiste no amor em ação. E o amor torna-se realidade por ocasião do novo nascimento.
Ver exemplo de Zaqueu

http://ensinadorcristao.blogspot.com/2009/07/novo-caminho-para-deus-pre-adolescentes.html

Toda pessoa verdadeiramente convertida ao Senhor tem um coração liberal para contribuir.
O ato de contribuir é resultado da compreensão dos valores estabelecidos na Palavra de Deus.

Conclusão
A Bíblia ensina que devemos ser solidários para com todos os homens.
O sentimento de liberalidade está ligado a conversão, por isso todo o crente tem o dever de ser generoso, pois isto é fruto do que ele já recebeu da generosidade divina.

Fontes:
Lições da Palavra de Deus - Revista 14
Bíblia de Estudo Pentecostal
Dicionário Vine

sexta-feira, julho 10, 2009

A Conduta Cristão - Adolescentes Vencedores - CPAD

Aos guerreiros professores de adolescentes, estou postando aqui umas Dicas para o Ensino da lição 02 das Revistas do Adolescentes.

A lição fala sobre conduta cristã e o comentarista da lição cita o grande exemplo de Daniel e seus amigos, caso o amado professor queira trabalhar nesta linha de pensamento ai vai algumas dicas extraídas do Comentário Bíblico do Professor.

Prepare
Pense em uma característica de Daniel que você gostaria de ver em sua vida.

Explore
1. Apresente um breve panorama da vida e da época de Daniel. Se preferir acrescente informações históricas e exegéticas.
2. Peçam aos alunos que façam de conta que são altos funcionários de um grande império. Que impressão teriam do deus de uma nação pequena e derrotada, cujos cidadãos cativos formavam uma minoria insignificante da população?
Faça a lista dessas impressões no quadro-negro.

Aplique
Cada aluno deverá escolher uma característica que admira em Daniel e dizer por que essa característica é importante para o cristão hoje.

Boa aula.
Comentem.

sábado, julho 04, 2009

A vida em Sociedade - Adolescentes Vencedores - CPAD


13 e 14 anos

Títulos das Lições
01 - Vivendo em Sociedade
02 - A Conduta Cristã
03 - É Droga Mesmo!
04 - A Solidariedade Cristã
05 - Honestidade a Toda Prova
06 - Abaixo a Violência
07 - Quem precisa de Amigos?
08 - Consumir...Consumir...Consumir
09 - Mídia e Comunicação
10 - É Bom Competir?
11 - Valores em Conflito
12 - A Ética dos Filhos de Deus
13 - Sonhando em uma Sociedade sem Sonhos